1º Dia de SWU – Highlights

13 nov

Começou ontem na cidade de Paulínia, em São Paulo, o Festival SWU. O movimento em prol da sustentabilidade teve em seu primeiro dia muito hip-hop, reggae e umas figuras dignas de serem comentadas. Como esses estilos musicais carregam uma forte identidade visual e também muita atitude no palco, achei interessante mostrar alguns destaques que passaram por lá.

No “Palco Energia”, Marcelo D2 cantou para um público grande e animado, um repertório que misturou rap, samba, Bezerra da Silva, Planet Hemp e até um trecho de Sunday Bloody Sunday do U2, além de discursos em favor da legalização da maconha, se dizendo o “maconheiro mais famoso do Brasil”. O legal é que ele tem um senso muito bom de estilo e sabe passar para  o seu visual a mistura característica de rapper e sambista de sua música.

O melhor do estilo carioca no hip-hop

Mais tarde foi a vez do inconfundível Snoopy Dogg, que apareceu como sempre com seu estilo “cafetão”. Numa vibe paz e amor ele cantou sucessos antigos e os hits mais famosos, acompanhado de três dançarinas que não estavam pra brincadeira com as coreografias. Ele interagiu bem e encerrou o show com um pagodinho. Isso mesmo nega, curte aqui o Snoopy mandando um requebrado ao som de “Minha Fantasia”.

É muito estilo pra uma pessoa só!

O Black Eyed Peas apresentou, de acordo com Will.i.am, o último show antes da pausa de mais ou menos 2 anos que eles vão dar. A surpresa ficou por conta de músicas de Jorge Benjor discotecadas pelo líder, em meio aos grandes sucessos, no repertório.  Com a mesma pegada futurista já característica da banda, eles usaram roupas feitas de materiais diferentes e inusitados, trocando de figurino várias vezes. Vale a menção ao figurino “iluminado” da Fergie em “The Time”.


Kanye West é um amor a parte. O mix de vaidade, cafonice, originalidade e uma camisa de bicheiro me encantam. Com muita simpatia em cima do “Palco Consciência”, ele apresentou um show de 2 horas inspirado numa ópera, com direito a efeitos especiais, coreografias e cenário excêntricos. Pena que o público não compareceu como deveria, porque, com o perdão do trocadilho, foi um show à parte.

Tem como não amar?

Já no “Palco New Stage”, Miranda Kassin, arrasou num macacão segunda pele, imitando um leopardo, onde as transparências e os recortes mostravam e escondiam propositalmente algumas partes do corpo. O show? Só tive atenção para o modelito, desculpa.

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